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05/04/2014
Eleições 2014, só caindo: Datafolha: Dilma cai 6 pontos e tem 38% das intenções de voto Presidente tem 38% das intenções de voto, contra 16% de Aécio e 10% de Campos. Para 63% dos brasileiros, presidente fez menos que o esperado
 

Datafolha: Dilma cai 6 pontos e tem 38% das intenções de voto

Presidente tem 38% das intenções de voto, contra 16% de Aécio e 10% de Campos. Para 63% dos brasileiros, presidente fez menos que o esperado

Dilma Rousseff, Eduardo Campos, Marina Silva e Aécio Neves

Dilma Rousseff, Eduardo Campos, Marina Silva e Aécio Neves (Reuters/AFP/Folhapress)

Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado pelo jornal Folha de S. Paulo mostra que as intenções de voto na presidente Dilma Rousseff recuaram seis pontos desde o último levantamento, em fevereiro. Ela tem hoje 38% das intenções, ante 44% registrados na pesquisa anterior. Já Aécio Neves, do PSDB, aparece com 16% e Eduardo Campos (PSB), com 10%.

Apenas Marina Silva, com 27% das intenções de voto, conseguiria levar o pleito para o segundo turno se as eleições fossem hoje, indica o Datafolha. Marina cresceu quatro pontos desde o último levantamento. Aécio e Campos mantiveram-se estáveis. Votos brancos e nulos somam 20% e os indecisos, 9%.

O instituto avaliou ainda um eventual segundo turno entra Dilma e seus adversários: a presidente venceria Aécio Neves com 51%, ante 31% do tucano. Já em uma disputa com Campos, Dilma obteria 50% dos votos, contra 27% do adversário.

Embora indique vitória da presidente no primeiro turno, o levantamento deixa clara a insatisfação da população com o governo Dilma: 63% dos brasileiros acreditam que ela fez menos do que esperavam pelo país, ante 34% registrados há pouco mais de um ano. Outros 72% esperam que as ações do próximo presidente sejam diferentes das adotadas por Dilma.

O Datafolha ouviu 2.637 pessoas em 162 municípios. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos porcentuais, para mais ou para menos. A pesquisa está registrada na Justiça eleitoral com o código BR 00064/2014.

Reação - Para o líder do PSB na Câmara, Beto Albuquerque (RS), um dos coordenadores da campanha de Eduardo Campos, fica cada dia mais evidente a perda de confiança e credibilidade na presidente da República. "O Brasil parou de melhorar e tem enfrentado uma série de inconveniências na economia. Temos de considerar que a Dilma é 100% conhecida, muito diferente do Aécio Neves e do Eduardo Campos. Temos certeza de que o Eduardo vai crescer muito mais. O aumento no índice dos que desejam mudança é um bom sinal. Mostra que o Eduardo está caminho certo", disse Albuquerque.

Já o líder do PT na Câmara, Vicente Paulo da Silva, o Vicentinho (SP), afirmou que respeita a pesquisa, que retrata um momento, bom ou ruim. "A pesquisa mostra que a Dilma está muito bem. Salvo engano, está melhor do que Lula nessa época, em 2002. Fica claro que tudo o que estão fazendo na Câmara e no Senado com a Petrobras não está valendo a pena. E que a tentativa que fazem de destruir a Dilma não tem dado resultados. Vamos continuar nosso trabalho, pedir às bases que se dirijam às ruas e procurar outras formas de informação que não a grande mídia."

Presidente do PSDB de Minas Gerais e um dos articuladores da campanha de Aécio Neves, o deputado Marcus Pestana vê na queda das intenções de voto na presidente um indicativo de que as eleições transcorrerão sob o signo da mudança. "O importante nesse momento é a clara percepção da opinião pública de que o ciclo de governo do PT se esgotou e que o país não vai bem e que portanto é preciso mudar o rumo", afirma. "Há um clima inequívoco de mudança, em um cenário que se assemelha às eleições de 2002 e 1989", complementou.

Ele disse não haver preocupação com o fato de Aécio não conseguir herdar o eleitorado que se afasta da presidente. Na visão de Pestana, tanto o candidato tucano quanto Eduardo Campos não ocupam o mesmo espaço que Dilma na mídia e, por isso, ainda não são vistos como alternativas para a população que deseja mudança. "O nível de conhecimento do Aécio e do Eduardo é bem diferente do dela. Dilma frequenta diariamente os jornais de TV e usa e abusa das redes e rádios e TV da Presidência. A tarefa da oposição é conseguir transformar, quando tiver os instrumentos de comunicação de massa necessários, essa insatisfação, esse desejo de mudança, em alternativa de poder. Essa é a nossa tarefa", diz Pestana.

(Com Estadão Conteúdo)

 

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