Contador de visitas
Besucherzähler
Contador de visitas
Boa Tarde, hoje é dia 30 de Julho de 2014
(61) 9986-0638
loival43@ig.com.br
  Página Inicial
  Sobre Loival
  Agenda
  Artigos
  Dicas Úteis
  Galeria de Fotos
  Links Úteis
  Noticias
  Parceiros
  Produtos
  Serviços
  Localização
Noticias
11/03/2014
Eleições 2014, Lula, o interventor de Dilma: o ex-presidente está cada vez mais atuante nas discussões políticas
 

Seja para acalmar a crise com o PMDB, seja para agir no campo das relações internacionais, o ex-presidente está cada vez mais atuante nas discussões políticas. Oposição avalia ser uma tentativa de promover as ações da gestão petista 

Pouco mais de três anos após deixar o Palácio do Planalto, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva atua em todas as esferas do governo. Desde que deixou a Presidência da República, é o momento mais efetivo de intervenção do líder petista na gestão da sucessora, Dilma Rousseff. Na agenda de ex-chefe de Estado, há espaço para encontros com aliados, visitas a países amigos e reuniões com empresários para tratar de assuntos econômicos, sem deixar de dar conselhos à atual mandatária. É o nome dele que sempre é lembrado para tentar apaziguar relações, como ocorreu na atual crise entre o PT e o PMDB. Lula deixou o governo em 2010, mas não abandonou o jogo. Prova disso é que o ex-mandatário será convidado pelo líder do PT na Câmara, Vicentinho (SP), a participar de uma reunião com a bancada, assim que voltar da Itália, onde terá um encontro amanhã com o novo primeiro-ministro. “Queremos o ex-presidente mais presente aqui na Câmara”, diz Vicentinho, descartando ser um encontro para aparar as arestas. ...

 

Após oito anos no governo, Lula ainda mostra a força que tem nas relações internacionais. Na visita à Itália, almoçará com o recém-empossado primeiro-ministro, Matteo Renzi, jovem líder do Partido Democrata (PD). O encontro ocorre uma semana após o governo brasileiro enviar ao país europeu o pedido de extradição do ex-diretor do Banco do Brasil Henrique Pizzolato. Nem Lula nem Renzi admitem tratar do caso do petista condenado no mensalão. Mas não se pode descartar a possibilidade de Lula ajudar o “companheiro”.

 

O líder do DEM no Senado, José Agripino Maia (RN), vê a articulação do ex-presidente como válvula de escape para promover as ações do PT. “Lula está em campanha eleitoral tentando criar uma imagem positiva para contrapor o mensalão do PT”, pontuou . “Ele vai a Cuba, à Itália, circula em todas as áreas, usa essa boa relação para mostrar que o PT é capaz de superar o desgaste do mensalão.” O presidente da Comissão de Relações Exteriores, Ricardo Ferraço (PMDB-ES), reconhece as “ligações políticas” do ex-mandatário, mas, no entanto, não admite que Lula represente oficialmente o país no exterior.

 

Inércia

Na análise do deputado Roberto Freire (PPS-SP), a intervenção do ex-presidente nas negociações do governo provoca um desastre político. “Não temos um governo, temos duas cabeças no mesmo governo”, ataca Freire, referindo-se à presidente Dilma Rousseff e a Lula. “Não se pode ter dualidade no poder, isso causa inércia da própria governabilidade”, enfatizou. Desde que a coligação PT e PMDB ameaçou rachar, Lula atua para tentar mantê-la. Na semana passada, uma foto apertando a mão de Dilma confirmou a presença do ex-chefe nas decisões do governo. Participaram do evento os presidentes do PMDB, Valdir Raupp (RO), e do PT, Rui Falcão (SP).

 

A intervenção do ex-chefe de Estado revela uma “disfuncionalidade na política externa”. Na avaliação de especialistas, é como se agenda atual não fosse capaz de suprir a demanda e o ex-presidente colaborasse ocupando essa brecha. “A agenda é relativamente modesta para o Brasil perto do arco de iniciativas que Lula lançou no exterior quando presidente”, analisa o professor de relações internacionais da Universidade de Brasília (UnB) José Flávio Saraiva. “É um contraste entre o ativismo e o recuo do campo diplomático do Brasil.” Para Saraiva, a presidente Dilma Rousseff age reativamente, como no caso da espionagem americana revelada pelo ex-agente Edward Snowden, quando Dilma cancelou uma visita a Washington.

 

Quando fala fora do Brasil, Lula é automaticamente relacionado ao mais alto posto do governo, mesmo sem ocupar a cadeira. Extraoficialmente, carrega a imagem do Brasil nos dircursos e palestras. Oficialmente, a representatividade não incomoda o Itamaraty nem o ministro das Relações Exteriores, Luiz Alberto Figueiredo, indicado para o posto pela presidente Dilma Rousseff. O ex-líder do PT na Câmara Cândido Vaccarezza defende a política lulista no exterior. “Ele é a maior liderança política por causa do trabalho econômico e social e não há fatos contra essa realidade.”

 

Para Saraiva, no cenário internacional, o ex-presidente esbanja força. “O movimento combina muito com o fato de ele ter apreciado a inserção internacional do Brasil como presidente. Lula pegou gosto pelo mundo e é reconhecido, é possível que não saibam pronunciar o nome da presidente Dilma, mas do Lula, com certeza, governantes internacionais sabem.” Apesar desse gosto, o especialista defende ainda que Lula deixou um bom legado, “um bom capital político diplomático pelo mundo”. A extensa agenda internacional de Lula, segundo Saraiva, segue a tradição de um ex-mandatário. Para o especialista, ocorreu o mesmo com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), com o ex-presidente dos Estados Unidos Bill Clinton e com a falecida ex-primeira-ministra da Inglaterra, Margaret Thatcher, que também rodava o mundo fazendo palestras.

 

Análise da notícia

Mais do que cabo eleitoral

Leonardo Cavalcanti

Em política, eventos parecidos nem sempre podem ser avaliados de forma conjunta. Uma coisa é o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltar a interferir com força nos movimentos da Esplanada. Outra, diferente, é acreditar que as ações do petista significam que ele assumirá o lugar de Dilma Rousseff como o candidato do Partido dos Trabalhadores ao Planalto.

Quando deixou a Presidência da República há pouco mais de três anos, Lula se recolheu por um bom tempo, tentando desencarnar do Planalto. Não foi um trabalho fácil, como ele mesmo admitiu em entrevista ao Correio no fim do ano passado. Naquele momento, o próprio ex-presidente deixou claro que correria o país para fazer a campanha de Dilma.

Como se vê, ele está fazendo mais: além de participar de ações eleitorais — dentro e fora do Planalto —, se mete nas políticas econômica e externa. Lula voltou a fazer sombra a Dilma, mas trabalha para reelegê-la. Qual a chance de virar candidato? Se ela correr risco de perder a eleição a partir da avaliação das pesquisas, que não mostram isso neste momento.

Áreas de influência

Confira os campos em que Lula circula com desenvoltura

Na política

Apesar de ter deixado o governo em 2010, o ex-presidente nunca abandonou o jogo político. Sempre que a corda aperta, é ele que faz o meio de campo para evitar possíveis crises. Lula está presente nas negociações para evitar um racha entre a aliança PT e PMDB. Ele vem conversando com líderes dos dois partidos na tentativa de manter a aliança e asfixiar a candidatura de adversários da presidente Dilma Rousseff.

No Congresso

Além de conselheiro de Dilma, Lula participa das movimentações do Congresso. Líder do PT na Câmara, Vicentinho Alves (PT-SP) analisa convidar o ex-presidente assim que retornar da Itália para se reunir com a bancada do PT na Casa. Vicentinho descarta que a visita seja para aparar as arestas entre o PMDB e o PT. “Queremos o ex-presidente mais presente aqui na Câmara.”

Na economia

Lula ganhou fama de ter ajudado a expandir a economia brasileira no exterior. Nos oito anos do governo lulista, o lucro da Vale aumentou de R$ 21,1 bilhões (no período FHC) para R$ 132,4 bilhões, obtendo um crescimento de 526,7%. Aliado ao impacto econômico, aumentou também a representatividade. A Vale ganhou o mercado externo, que ainda estava acanhado. No governo Lula, a Vale se tornou a maior investidora na África, com operação de carvão em Moçambique.

Na diplomacia

O ex-presidente Lula encantou mundo afora e conquistou livre acesso nos mais diferentes governos. Circula da ditadura cubana, com bom acesso a Fidel Castro, ao capitalismo americano, onde foi chamado de “o cara” pelo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama. O ex-presidente também se manifestava como fiel apoiador do presidente Nicoás Maduro, na Venezuela. Após deixar o governo, Lula manteve uma ativa agenda. Faz palestras e é recebido em diversos países, mantendo a diplomacia viva. Representa o Brasil no exterior, mesmo estando oficialmente fora do governo. Amanhã, será recebido pelo recém-empossado primeiro-ministro italiano, o jovem líder do Partido Democrata (PD) Matteo Renzi, com quem vai almoçar.

 

Fonte: NAIRA TRINDADE - Correio Braziliense - 11/03/2014  
 

[+] Noticias
30/07/2014
Para não contaminar. Mantendo distância. Dilma tenta se descolar de ‘Top-Top’ no caso Israel. Ela quer evitar ligação a Marco Aurélio Garcia após vexame com Israel
  </body> Top-top nunca foi diplomata, mas orienta a trágica política externa desde o governo Lula. Foto: Antônio Cruz/ABr O governo “plantou” nos jornais de onte...
 
30/07/2014
Caso do ex-petista André Vargas. Ricardo Lewandowski (Nem Ele) Nega Liminar Caso Vargas: STF nega 2º pedido de paralisação
  O ministro Ricardo Lewandowski, do STF, indeferiu novo pedido de paralisação do processo contra André Vargas (ex-PT-PR) no Conselho de Ética da Câmara. Os advogados do deputado alegaram que o conselho d...
 
30/07/2014
Suspeito de Lavagem de Dinheiro. PCC: Luiz Moura (PT) e cinco empresas de ônibus são suspeitos de lavagem de dinheiro. Qual a moral desses pelegos?
Parlamentar e viações que operam na zona leste de São Paulo são citados em apuração coordenada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco); seu irmão, o verea...
 
30/07/2014
Aécio acerta ao demonstrar a monstruosidade moral cometida pelo PT contra a funcionária do Santander
Na guerra política, se nosso adversário comete uma atrocidade, devemos expô-la com assertividade, sob o risco de se não fizermos isso sermos coniventes com o barbarismo. Ocorre que em conflitos o cérebro ...
 
29/07/2014
Quem paga a conta: Gasto da Olimpíada no Rio passa a R$ 37,6 bi com novas obras. Dos 52 projetos essenciais para a Olimpíada, 15 ainda estão sem custo e prazo de início de obras definidos
Parque Olímpico no Rio de Janeiro (Genilson Araújo/Agência O Globo) Com novas obras licitadas, no Complexo Esportivo de Deodoro, os custos com projetos relacionados às arenas, para os Jogos Olímpico...
 
 
Voltar
Newsletter
Cadastre seu e-mail e receba novidades exclusivas.
Nome: 
E-mail: 
Cidade: 
2909 Informe o
código ao lado:
 
Inicial | Sobre Loival | Agenda | Artigos | Dicas Úteis | Galeria de Fotos | Links Úteis | Noticias | Parceiros | Produtos | Serviços | Localização
Loival Comunicação & Informação

Av. São Paulo - Planaltina - DF

(61) 8487.6475
loival43@ig.com.br
Loival - Comunicação & Informação - Todos os direitos reservados.